Au livre

“Tu es celui qui écrit et qui est écrit” (Edmond Jabès)

Un AMore di dInamite 23 octobre 2007

Classé dans : déclarations d'amour — aulivre @ 23:03

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“Io?”, mi chiedi quando ti chiamo, e ti cerco con gli occhi. Ora, sono io a dire: “Io?”. Si, io sono questo qui. Esattamente come mi hai disegnato. “Sono una dinamite”, scriveva Nietzsche già sull’orlo della follia. Ma quale sarebbe, precisamente la mia follia? Aprirmi le acque attorno, provare ad abbattere le barriere e i muri che mi circondano. Fare qualsiasi cosa per trovare il mare, per trovarmi il mare che ho dentro di me, sotto di me, sopra di me, attorno a me. A-mare. Io, Alessandro – sì, perchè nascondere il mio nome? – , sono una dinamite. Una dinamite d’amore. Un amore di dinamite.

AM

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O todo que se passa por nossos braços é morno, é da gente, é completo, é fé-liz. Não hà momentos de pretensão nem medo do momento pois este aqui é o que hà. A poesia tece a trama interior, despindo até mesmo a mais breve e muda hesitação: e esta ultima…

não està.

Quando estamos, juntos, o tempo flui no espaço que ex-(ins)iste ao surgir e des-aparece entre os corpos… quais nossos – e nus – encontram lugar sem pensar e razão… (sem deixar) de ser.

Impossivel é deixar de ser quem se é. E se pode. Ser. Assim: “aaah, sim…”

Aaahh, mas se pode… E ainda bem; que aaahsim e juntos, é assim que se pode ser quem se é:

.

Livre.

I.

 

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