Au livre

“Tu es celui qui écrit et qui est écrit” (Edmond Jabès)

Alegria Inesperada 4 septembre 2007

Classé dans : Les petits mots — aulivre @ 12:04

24-06-07 Trulli e alberi in fiore (Amore in fiore. Sempre… Grazie :) )

Meu Querido,

Muito Obrigada pelo seu Amor, Carinho, Bondade, Amizade, Gentileza e Generosidade. Você purificou o meu Amar, ampara meu caminhar, edifica meu Ser, acompanha meu Olhar. Seja sempre bem-vindo: à casa; ao Novo, ao Mistério, ao Hoje, à mim.

Grazie.

- I.

, nos li à você voz mansa, sentados às margens do Sena aquela tarde. Você preocupado com o vento sobre as pequenas folhas verde-choque, eu ansiosa por compartilhar mais uma vez um pedacinho de nosos momentos que conseguimos guardar, fazer parar no tempo e sorrir lembrando… através. Les petits mots. Quanto os amo. Quanto nos amamos. A nos mesmos. Através deles. Les petits grands mots superbs.

‘Meu’ Querido, Amor, Amigo, Companheiro, ‘oxygène’ de la passion, Passion!, partie de moi-même, moment, instante, Ash!, ‘verité’, univers de bisous, poésie, rock, jazz, océan, port-ale de connaissances multiples, philosophie vivante, miroir, mémoire d’un temps unapperçu, présence dans un temps nouveau, collègue des mémoirs d’un mastère, MYSTèRE, A. GRATISSIMA! : ) -I. Châtillon, 15 Fev. 2007

Gratissima! Um mês antes, tantos tempos incontàveis antes, e antes incontàveis, escrevia eu…

Paris, 16 janv. 07 (tu bosses déjà…)” em reposta à um recadinho seu matinal, carinhoso “tu dors déjà…“, esta escrita agora memoria com gosto de biscuits napés au chocolat, café e banana das cores do meu paladar brasileiro e sua colcha listrada. Escrevi em resposta, em sua casa, em sua homenagem, com meu coração. Com você em mim, escrevi, presente e repleta, um presente à você, ali:

Ale, Alegria inesperada, alento aleatorio, alegoria em tempos dificeis, alimento sem medo pra tudo recomeçar. Com Você, foi inutil alegar necessidade de tempo, mais tempo; meu corpo veio me alertar que o que nao poderia era perdê-lo. Alemão ainda não falo, mas também vejo o dia de vogais marcadas, gestos falantes e sorrisos amplos em sua terra natal. Abraços… O Amor é real. – I.

O Amor é real. E vive. Sempre in fiore. Là, aqui, nos lugares natais e onde começou. Em cada um de nos, na parte em cada que é o outro, e no que fazemos disso juntos. Sempre real, pois sempre diante dos portões, das casas, dos laptops, igrejas, trulli e das machines à café; pois sempre sob ciel azzurro, oitavo andar e teto do 39; pois sempre ao longo das calçadas, do Sena, das alimentation generales e vitrines; pois sempre sobre livros, em cada palavra chorada, làgrima escrita e parte de nos. O Amor é Real.